ESPECIAL JUSTIN TIMBERLAKE – O que achei do álbum “The 20/20 Experience”

Foto promocional de Justin Timberlake na era 'The 20/20 Experience'

Após o sucesso de “FutureSex/LoveSounds” (2006), Justin Timberlake resolveu focar sua carreira no cinema. Somente 6 anos depois é que o artista voltaria a se reunir com Timbaland para iniciar o processo de desenvolvimento de seu álbum seguinte. “The 20/20 Experience” foi lançado em 2013, dividido em duas partes: a primeira disponível em Março e a segunda, em Setembro daquele ano.

O álbum conta com grandes influências da sonoridade de Michael Jackson nos anos 70/80, mas continua a tendência R&B e Soul, estabelecida por “FutureSex/LoveSounds”. Por sinal, outra herança do trabalho anterior é a mudança quase completa da melodia de uma faixa, criando a sensação de que se está ouvindo outra música. Isto também contribui para a longa duração das faixas do álbum.

“Suit & Tie”, o primeiro single deste trabalho, conta com o som de metais aliados a um som moderno, que remetem ao Jazz, mas caracterizam o que se chama de Neo-Soul. O maior sucesso da primeira parte do álbum, no entanto, ficou por conta do single “Mirrors”, que ganhou um vídeo bem aclamado e se tornou uma das músicas mais ouvidas em 2013.

O álbum rendeu a Justin mais dois Grammys em 2014: Melhor Vídeo, para “Suit & Tie”, e Melhor Canção R&B, para “Pusher Love Girl”. As melhores músicas, na minha opinião, são: “Mirrors”, “True Blood” e “Suit & Tie”.

PS: Esta review foi feita na versão completa do álbum, intitulada “The 20/20 Experience – The Complete Experience”.

NOTA: 7.5 / 10