O que achei do OneDrive (Parte 2)

No post anterior, fiz uma rápida contextualização do meu problema e uma breve análise das alternativas de armazenamento em nuvem que eu poderia utilizar. Agora, vou explicar porque me encantei com o OneDrive da Microsoft.

Print da interface do Groove, da Microsoft, em um Browser

Como expliquei, os arquivos que eu pretendo manter na nuvem são principalmente MP3. O OneDrive possui integração com outro serviço da Microsoft, o Groove (chamado anteriormente de XBox Music). Com isso, todas as músicas que você subir para o seu OneDrive estarão automaticamente disponíveis no Groove! Muito prático para mim: posso ouvir as minhas músicas via streaming e até mesmo montar playlists. Gostaria de um aplicativo para Mac (o Windows 10 já tem um aplicativo nativo), mas não me importo ouvir pelo browser até que apareça um. O Groove ainda tem aplicativo para smartphones (Android, iPhone e Windows) e, assim, eu não preciso mais plugar o meu iPhone no computador para transferir as músicas que eu quero colocar lá. E funciona offline também: como no Spotify, eu posso baixar as músicas para o dispositivo. Para ficar perfeito, seria bom poder escolher músicas específicas (hoje só é permitido baixar playlists e álbuns completos).

Voltando ao OneDrive, ele também permite visualizar prévias de arquivos (inclusive vídeos, muito útil para quem tem arquivos de videoclipes musicais como eu) e possui integração com o Office Online, que é bem mais robusto que as ferramentas para edição do Google Drive. Ele também permite compartilhar arquivos com pessoas específicas ou a partir de algum link para download. Ele também permite criar e compartilhar álbuns de fotos a partir das imagens que você sobe.  Sem contar a integração com o Outlook, onde você pode enviar seus arquivos ou baixar anexos de emails direto para o OneDrive. Acredito que a integração possa ser ainda maior pra quem usa dispositivos Microsoft, como os consoles XBox. Infelizmente, é meio utópico esperar que a Microsoft lance algum aplicativo para o PlayStation 3, mas não custa sonhar. O aplicativo do OneDrive está disponível para dispositivos que rodam Android, iOS, Windows e OSX (Mac).

Print da interface do OneDrive, da Microsoft, em um Browser

A forma de utilização do OneDrive é simples. Por padrão, é criada uma pasta no seu computador a partir de onde será feito o upload dos arquivos para a nuvem. Infelizmente, no Mac não é possível mudar este procedimento; no Windows, parece ser possível escolher o local da pasta do OneDrive. No Mac, é possível escolher quais pastas serão sincronizadas: isto facilita quando você quiser baixar arquivos específicos. Cada alteração nesta pasta é detectada automaticamente caso o serviço esteja rodando (um ícone fica visível na barra de ferramentas do Mac) e a sincronização é realizada. Diferente do Dropbox e do Google Drive, não é possível pausar uma sincronização; uma alternativa é encerrar o serviço, mas seria bom que a Microsoft disponibilizasse esta função.

Apesar das pequenas limitações, por agregar várias funcionalidades de forma prática e funcional, a Microsoft ganhou a minha preferência. Estou utilizando o OneDrive + Groove desde Julho deste ano e não me arrependo. Provavelmente vou fazer o upgrade da minha conta ao longo do ano que vem, já que ainda tenho bastante coisa pra subir (subi “apenas” 50Gb). Caso surja futuramente algum fato novo que venha a corroborar ou mudar esta opinião, voltarei para atualizar este post.

Logo do OneDrive da Microsoft

NOTA: 9 / 10

Veja a primeira parte deste post aqui!