O que achei do primeiro episódio da série “The Gifted”

Pôster da primeira temporada de 'The Gifted'

Desde o ano passado, com a estreia de “Legion” (2016 – atualmente), a Fox passou a trabalhar com o universo dos X-Men na televisão. E parece que a emissora pretende investir cada vez mais nos mutantes, com a mais nova série “The Gifted”, que estreou esta semana. Por sinal, o primeiro episódio da série foi dirigido por ninguém menos que Bryan Singer, o nome por trás de quase todos os filmes dos mutantes no cinema.

No primeiro episódio, ficamos sabendo que os X-Men estão desaparecidos e os poucos mutantes que restaram formaram uma espécie de resistência, que tenta localizar e proteger aqueles que correm o risco de ser capturados pelo governo através de seu serviço Sentinela. Ao descobrirem que seus filhos também são mutantes, Reed (Stephen Moyer) e Cailtin (Amy Acker) recorrem à resistência. O problema é que Reed fazia parte do serviço Sentinela e acabou sendo rastreado, o que comprometeu a fuga.

Foto de cena de episódio de 'The Gifted', mostrando Lorna / Polaris em ação

Com chances de se tornar uma das melhores adaptações dos X-Men para a TV, “The Gifted” traz a discussão sobre a descoberta dos poderes mutantes e a reação negativa da sociedade, temas com bastante potencial dramático. Os efeitos especiais mostrados neste episódio não deixaram nada a desejar e isso mostra o quanto a Fox investiu na série. Para aqueles que não gostaram das abstrações e jogos psicológicos de “Legion”, esta série deve ser mais palatável sem ser excessivamente didática.

“The Gifted” tem um grande potencial e deve se tornar mais popular do “Legion”, por ser mais acessível para o público em geral. Esta estreia superou a estreia de “Inhumans”, também da Marvel, tanto em audiência como na recepção pela crítica. Assim como aconteceu com “Legion”, a série recebeu um tratamento especial e vem sendo exibida no Brasil um dia após a exibição americana. A Fox Brasil está exibindo a série às 22h30 das Terças.

NOTA: 9 / 10

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