O que achei de “Too Good at Goodbyes”, single de Sam Smith

Capa do single 'Too Good at Goodbyes'

3 anos depois do lançamento de “In the Lonely Hour”, seu álbum de estreia, o cantor britânico Sam Smith está de volta. A nova fase do artista teve início ontem, com o lançamento do single “Too Good at Goodbyes”, que deve estar em seu próximo álbum, que deve ser lançado até o final deste ano.

A canção foi composta por Sam Smith junto com seu parceiro habitual, Jimmy Napes e o duo Stargate, responsáveis por sucessos como “Irreplaceable” de Beyoncé, “Firework”, de Katy Perry e “Rude Boy” de Rihanna. Calma, “Too Good” segue um estilo similar ao de sucessos anteriores de Sam, o que deve agradar em cheio aos fãs do cantor.

Foto promocional de Sam Smith para a fase 'TPH-50HR'

Em mais uma sofrência baseada em um caso pessoal, Sam canta que já aprendeu com as idas e vindas da relação e que vai passar a se apegar e se abrir menos, como forma de proteção: “A cada vez que você me magoa, menos eu choro (…) Eu lido muito bem com os adeus. Você não me verá chorar de jeito nenhum”.

O single é uma balada pop simplista, o que privilegia os vocais de Sam Smith. Sem grandes variações em sua letra, o intenso refrão conta com a participação de um coral gospel. A produção é eficiente e os vocais de Sam estão ainda melhores do que em seu álbum de estreia, embora a composição não seja a melhor que ele já cantou. Mas não dá pra não ter a sensação de “mais do mesmo”.

Mal foi lançado, “Too Good at Goodbyes” chegou ao topo em mais de 10 países, incluindo o Reino Unido e os EUA, desbancando Taylor Swift. Mas não considere o single uma amostra do próximo álbum, já que o próprio Sam Smith comentou que o próximo single seria completamente diferente. Intitulado “TPH-50HR”, o álbum ainda promete parcerias com artistas como Timbaland e Clean Bandit.

NOTA: 9 / 10

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