O que achei de “Make Me”, single de Britney Spears

A última sexta-feira foi maravilhosa para os fãs de música pop, já que diversos artistas lançaram novos singles. Enquanto alguns vieram sem aviso, como “Rise”, de Katy Perry (que será a música-tema para a transmissão dos jogos olímpicos do Rio pela NBC), o novo single de Britney Spears, “Make Me”, já vinha sendo antecipado há algum tempo (inicialmente, o single seria lançado em Maio, com direito a apresentação no Billboard Music Awards deste ano). Mesmo assim, Britney ainda conseguiu surpreender positivamente!

“Make Me” é bem diferente do pop dançante e agitado de Britney, com o qual ela construiu seu sucesso. Com uma vibe bem sexy, o single tem a participação do rapper G-Eazy e dá uma amostra de como será o próximo álbum da princesa do pop, ainda previsto para este ano. Esse estilo não deixa de ser uma aposta ousada, mas Britney Spears já chegou ao ponto em que ela pode se dar ao luxo de fazer esse tipo de experimentação (o que é ótimo pra ela e seus fãs).

Na letra, Britney fala de passar a noite ao lado de seu interesse amoroso, para que ele a satisfaça: “Eu só quero que você me faça me mexer, como se não tivesse escolha, como se fosse seu trabalho… Porque você é a faísca que não se apaga, meu coração pega fogo quando você está por perto”. Já o refrão é simplório, mas pegajoso, como em todo bom pop.

A boa produção do single é do relativamente desconhecido Burns e tem um grande mérito: faz a voz de Britney parecer menos robotizada do que antes (quando foi produzida por will.i.am). Um vídeo para a música já foi gravado e deve ser lançado nas próximas semanas, quando a campanha de promoção do single começar. Enquanto isso, “Make Me” já liderou as vendas no iTunes de vários países no dia em que foi lançada (inclusive no Brasil). Isso só mostra o quanto Britney Spears ainda é rentável, independente do estilo que ela escolha para sua música.

NOTA: 8.5 / 10

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