O que achei do OneDrive (Parte 1)

Eu resolvi dividir o post em 2 partes, porque o texto ficou muito longo para ser publicado em um post só. Hoje eu posto a primeira parte, que é uma contextualização, e dia 15 eu posto a 2a. 😛

Logo do OneDrive da Microsoft

Antes de iniciar o post, devo esclarecer uma coisa: aqui você não vai encontrar comparativos para definir qual é o melhor serviço de armazenamento na nuvem. Eu fiz uma pesquisa breve, comparei alguns pontos que me agregam valor (que vou expor aqui) e decidi pelo OneDrive. Não se trata de propaganda do serviço; vou expor minha experiência até o momento para servir de base para quem não o conhece.

Eu tenho um HD externo com mais de 300 Gb de conteúdo musical com qualidade igual ou superior a 192 Kbps (a maioria é 320 Kbps) que fui garimpando ao longo dos últimos 5 anos. Este, na verdade, é o segundo HD, pois tive um problema físico com o primeiro e precisei garimpar várias MP3 novamente. Ainda assim, apenas neste ano eu percebi que precisava armazenar meus conteúdos de forma mais prática, acessível e segura. Daí, optei por procurar um serviço de nuvem que pudesse me atender primordialmente nesse objetivo — primordialmente, porque ele deveria ser útil para outros formatos também. Além disso, levei em consideração o fato de eu ter uma rede com upload baixo (1 Mb). Neste caso, é mais interessante aumentar o tamanho do espaço aos poucos e, de certa forma, pagar por aquilo que efetivamente usa.

Logos dos serviços Dropbox, Google Drive e iCloud Drive

Quando falamos de armazenamento na nuvem, imediatamente somos inclinados para 3 serviços muito populares: Dropbox, Google Drive e iCloud Drive. Eis as minhas conclusões sobre cada um:

>> O Dropbox só disponibiliza 2Gb de espaço gratuito e o plano pago disponibiliza 1Tb, ao custo de US$ 9,99 mensais. Eu não preciso de tanto espaço assim de cara. Também não achei nada que me convencesse a ficar com ele, nenhum diferencial do Dropbox em relação aos concorrentes. Por sinal, ele permite editar alguns arquivos, usando o Office Online (da Microsoft hehe)… Mas ele por si só não tem diferencial.

>> O plano pago do Google Drive tem as opções de 30Gb e “ilimitado” (1Tb, na prática). Embora tenha a praticidade dos seus aplicativos para editar arquivos, a falta de planos compatíveis pra mim e o fato de compartilhar meu espaço com o GMail não me agradou (só meu GMail já tem 10Gb utilizados).

>> E o iCloud Drive? Como sou usuário Apple, seria algo natural, não é mesmo? Existe a opção de planos pagos intermediários de 50 e 200Gb, mas o fato de compartilhar espaço com os backups dos dispositivos Apple (algo suscetível a bugs, como evidenciei recentemente aqui) sem que você consiga gerenciar isso de forma transparente me fez descartar esta opção. A Apple continua engatinhando neste quesito.

Logotipo do serviço Apple Music

E os serviços de música na nuvem, como Google Play Music ou Apple Music? Eles permitem que o usuário possa subir músicas para armazenamento online. Eu até os considerei, até o momento em que lembrava que eles eram focados em música: o espaço disponível é apenas para arquivos de música. Muitos álbuns que tenho possuem arquivos que não são no formato MP3 (scans de capas dos álbuns, vídeos, iTunes LPs…). Sem contar que eu não poderia usar o serviço para subir documentos genéricos nem fotos… Logo, esses serviços não me atenderiam.

Acabei optando pelo OneDrive da Microsoft. O plano gratuito começa com 15Gb, e os planos pagos são de 100Gb, 200Gb e 1Tb, com preços similares aos dos concorrentes (o plano de 1Tb ainda dá direito ao pacote Office 365). No momento, estou pagando o plano de 100Gb, ao custo de US$ 1,99 por mês. No próximo post, vou explicar o mais sobre o OneDrive e porque ele foi a minha escolha.

Continua…Veja a continuação deste post clicando aqui!

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